Resenha Poeme, de Lancome

Boa tarde cheirosos, segue a resenha do Poeme, da Lâncome:


Poême é um perfume de 1995, cheio de notas. Com uma embalagem ok, na minha opinião e super, super, super floral. Uma pequena bombinha floral, na verdade. Meu marido ODEIA esse perfume gente, por isso tive que desapegar. Eu acho ele ok. Não desgosto, mas não desembolsaria o que estão pedindo nele para tê-lo na coleção. É um perfume noturno, que deve ser usado com parcimônia, porque a primeira hora dela é bem forte. Nesse tempo, tem uma projeção questionável (só na primeira meia hora mesmo) e excelente fixação, aliás, UMA DAS MELHORES FIXAÇÕES que já senti em um perfume. Gente, esse perfume ficou um pouquinho mais de 24 horas na minha pele. Creiam!!! E o finalzinho dele é mais suave e gostoso. Não recomendo blind, porque, como muitos perfumes "antigos", ele tem uma pegada diferente do que a nova geração, e acaba desagradando bastante gente (como meu marido). Além disso, apesar de ser bastante floral, as notas doces também são perceptíveis, o que, na minha opinião, é o que o deixa quase enjoativo. Para quem gosta de perfumes, entretanto, vale conhecer. Ele me lembrou (beeeem de longe) o Anais Anais, esse último, muito mais fácil de agradar.

Comentários

  1. Adoro este perfume, bem gostoso e com personalidade -como os perfumes mais antigos. Só que o Poeme não é "datado", continua usável mesmo depois de tantos anos de lançado.

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  2. Eu amo esse perfume. Amoooo... Meu perfume da vida!!!!

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